
Título: Parallels and Paradoxes
Autor: Edward W. Said
Sinopse: These free-wheeling, often exhilarating dialogues - which grew out of the acclaimed Carnegie Hall Talks - are an exchange between two of the most prominent figures in contemporary culture: Daniel Barenboim, internationally renowned conductor and pianist, and Edward W. Said, eminent literary critic and impassioned commentator on the Middle East. Barenboim is an Argentinian-Israeli and Said a Palestinian-American; they are also close friends. As they range across music, literature, and society, they open up many fields of inquiry: the importance of a sense of place; music as a defiance of silence; the legacies of artists from Mozart and Beethoven to Dickens and Adorno; Wagner’s anti-Semitism; and the need for "artistic solutions" to the predicament of the Middle East - something they both witnessed when they brought young Arab and Israeli musicians together. Erudite, intimate, thoughtful and spontaneous, 'Parallels and Paradoxes' is a virtuosic collaboration. Acabamento: Paperback. Peso: 232g.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Parallels and Paradoxes”, de Edward W. Said, publicado pela editora Vintage, em 2004 e com 208 páginas, integra a categoria Teoria e Critica de Música e Dança. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Vintage
Páginas: 208
Ano: 2004
Edição: 1ª EDIÇÃO
ISBN:
ISBN13: 9781400075157
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
