
Título: Paranoia e Teoria da Sedução Generalizada
Autor: Luiz Carlos Tarelho
Sinopse: Fruto de uma pesquisa de doutorado desenvolvida na França e de um diálogo direto com Laplanche, este livro pode ser considerado como tendo um papel ativo no processo de construção da própria Teoria da Sedução Generalizada no que tange à questão das psicoses e alguns de seus desdobramentos, como é o caso da hipótese sobre a tópica da clivagem e o inconsciente encravado. Ele parte de uma questão que Freud lançou e deixou aberta no contexto de sua reflexão sobre Schreber e a persecutoriedade, envolvendo a projeção, e procura mostrar como a resposta a tal questão ganha profundidade quando leva em conta uma visão exógena da pulsão sexual e as contingências paradoxais às quais ela pode se submeter. Acabamento: Brochura. Peso: 252g. Dimensões: 23 x 16 x 0.7.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Paranoia e Teoria da Sedução Generalizada”, de Luiz Carlos Tarelho, publicado pela editora Zagodoni, em 2019 e com 152 páginas, integra a categoria Psicanálise. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Zagodoni
Páginas: 152
Ano: 2019
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788555240980
Sobre a editora
Os livros da editora ZAGODONI convidam o leitor a um mergulho denso no universo da psicanálise, da clínica e das práticas institucionais ligadas à saúde mental. A experiência de leitura é marcada por um tom que oscila entre o rigor teórico e a proximidade com casos clínicos, trazendo tanto ensaios que articulam teoria e contexto social quanto relatos que detalham intervenções práticas. O catálogo sugere uma atenção especial às interfaces entre psicanálise, saúde e instituições, com narrativas que exploram desde o acolhimento institucional até o trabalho clínico com adolescentes. Há obras que privilegiam uma linguagem mais analítica e outras que adotam um tom mais próximo, quase diário, como no relato de uma análise em Paris, revelando uma diversidade que vai do mais conceitual ao mais intimista.
