
Título: PARCEIROS DO RIO BONITO, OS
Autor: ANTONIO CANDIDO
Sinopse: Os parceiros do Rio Bonito surgiu do desejo de analisar as relações entre literatura e sociedade, tendo partido de pesquisa sobre a poesia popular do Cururu - dança cantada do caipira paulista - cuja base é um desafio sobre os mais vários temas, em versos de rima constante, a carreira, que muda depois de cada rodada. Terminado em setembro de 1954, este trabalho foi apresentado como tese de doutoramento em Ciências Sociais à Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo onde Antonio Candido foi, durante dezesseis anos, Assistente de Sociologia II. Depois da defesa e da aprovação da tese, seu texto foi deixado de lado por alguns anos pelo autor que tinha a esperança de poder melhorá-lo. Isso acabou não acontecendo e o livro reproduziu a tese tal como foi apresentada, salvo correções que não alteraram o sentido geral.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “PARCEIROS DO RIO BONITO, OS”, de ANTONIO CANDIDO, publicado pela editora OURO SOBRE AZUL e em 2019, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: OURO SOBRE AZUL
Páginas: 0
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8588777657
ISBN13: 9788588777651
Sobre a editora
Os livros da editora Ouro Sobre Azul costumam oferecer uma leitura que combina rigor histórico e reflexão literária, com foco em obras que discutem a formação cultural e social do Brasil. O catálogo privilegia textos densos, muitas vezes ensaios, que exploram desde a literatura colonial até o Modernismo, passando por análises de autores clássicos e temas como nacionalismo, sociabilidade literária e memória cultural. A linguagem tende a ser clara, porém elaborada, e o ritmo varia entre análises detalhadas e relatos pessoais, como cartas e crônicas, que trazem um tom mais íntimo e direto. Há uma presença marcante de estudos que dialogam com a história social e política, mas também com a dimensão estética da literatura, o que cria um equilíbrio entre o informativo e o interpretativo.
