
Título: París no se acaba nunca
Autor: Enrique Vila-Matas
Sinopse: "París no se acaba nunca es una revisión irónica de los días de aprendizaje literario del narrador en el París de los años 70. Fundiendo magistralmente autobiografía, ficción y ensayo, nos va contando la aventura en la que se adentró cuando, en una buhardilla de París, redactó su primer libro. Y nos desvela, por ejemplo, cómo en parte escribió ese libro gracias a los consejos para escribir una novela que le dio, resumidos en una breve cuartilla, Marguerite Duras, su muy atípica casera. Este libro es también la historia de cómo en su juventud el narrador viajó a esa ciudad para imitar literalmente la vida bohemia de escritor principiante de Hemingway, quién contó, en “París era una fiesta”, que allí fue “muy pobre y muy feliz”, y de cómo, por el contrario, el narrador fue muy pobre y muy infeliz."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “París no se acaba nunca”, de Enrique Vila-Matas, publicado pela editora Editorial Anagrama, em 2007 e com 233 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editorial Anagrama
Páginas: 233
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8433972677
ISBN13: 9788433972675
Sobre a editora
Os livros da editora Editorial Anagrama costumam apresentar narrativas que transitam entre o clássico e o moderno, com histórias que exploram relações humanas complexas, como vínculos familiares, amor e conflitos internos. O catálogo sugere uma preferência por textos densos, que misturam biografia, ficção e ensaio, com uma linguagem que pode ser tanto acessível quanto reflexiva. Há obras que abordam temas como arte, política, filosofia e questões sociais, muitas vezes com um tom introspectivo e uma construção cuidadosa do ritmo e da tensão. O leitor encontra desde relatos íntimos até análises críticas, passando por narrativas que dialogam com a história e a cultura contemporânea.
