
Título: Parker. O Caçador
Autor: Richard Stark
Sinopse: Darwyn Cooke, o quadrinista vencedor do Prêmio Eisner por clássicos modernos como DC, A Nova Fronteira, Mulher-Gato, Um Crime Perfeito e as novas aventuras do Spirit, empresta seu talento para dar vida a uma das mais cultuadas séries de romances policiais: Parker. Escritos originalmente por Richard Stark (o pseudônimo mais conhecido de Donald Westlake), os livros são verdadeiras obras primas do gênero e inspiraram legiões de cineastas, quadrinistas e romancistas do mundo inteiro. O protagonista, Parker, é um homem cruel, de poucas palavras e muita ação, e que não irá descansar até atingir seus objetivos, sejam eles quais forem. Assim, o mundo do crime nos é apresentado como um lugar ao mesmo tempo fascinante e assustador, onde não existem mocinhos, mas apenas pessoas movidas por cobiça, vingança, libido e uma noção distorcida do que é certo ou errado.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Parker. O Caçador”, de Richard Stark, publicado pela editora Devir, em 2015 e com 144 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Devir
Páginas: 144
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575326082
ISBN13: 9788575326084
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,235
- Altura (cm): 23,60
- Largura (cm): 15,40
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Devir oferecem uma experiência de leitura que transita entre narrativas gráficas densas e universos imaginativos complexos. O catálogo revela uma forte presença de quadrinhos e graphic novels que exploram temas como ficção científica distópica, fantasia com raízes históricas e urbanas, além de histórias que misturam humor e crítica social. A linguagem visual é valorizada, com atenção a estilos que vão do noir ao moderno, e as tramas frequentemente envolvem conflitos humanos em cenários tanto contemporâneos quanto fantásticos. O tom pode variar do melancólico ao irônico, com ritmo que ora acelera em aventuras, ora desacelera para reflexões mais profundas.
