
Título: Parlamento dos Invisiveis
Autor: Pierre Rosanvallon
Sinopse: É a democracia como forma de sociedade, e não somente como regime político, que é preciso hoje refundar. É nessa perspectiva que o projeto de uma democracia narrativa ganha todo sentido: ela é a condição para constituir uma sociedade de indivíduos plenamente iguais em dignidade, igualmente reconhecidos e considerados, e que possam verdadeiramente formar uma sociedade comum.” [P.R.] Esse livro é um manifesto social, político e moral em prol do povo. Entre a filosofia política, a sociologia e a história, defende a representação plena de todos e de cada um num parlamento sem invisíveis.Faz parte do projeto Contar a vida (Raconter la vie), que anseia abrir um espaço de experimentação social e política, bem como intelectual e literária.Pierre Rosanvallon, historiador, é titular da cátedra de História Moderna e Contemporânea do Político no Collège de France e autor de Por uma história do político, entre outros livros. Acabamento: Brochura. Peso: 180g. Dimensões: 23 x 16 x 0.41.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Parlamento dos Invisiveis”, de Pierre Rosanvallon, publicado pela editora Annablume Editora, em 2017 e com 80 páginas, integra a categoria Filosofia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Annablume Editora
Páginas: 80
Ano: 2017
Edição: 1ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788539109012
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Annablume Editora revela um compromisso com obras que exploram temas sociais, políticos e culturais a partir de abordagens analíticas e interdisciplinares. O catálogo privilegia textos densos, que discutem questões como cidadania, políticas públicas, relações sociais contemporâneas e história, frequentemente com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. A linguagem tende a ser acadêmica, mas acessível, e o ritmo da leitura exige atenção para acompanhar reflexões que dialogam com ciências sociais, filosofia e estudos culturais. Em muitos casos, os livros propõem debates críticos sobre transformações sociais, identidades e processos históricos, com um tom que combina rigor teórico e preocupação com questões atuais.
