
Título: Passeios Na Ilha
Autor: Carlos Drummond de Andrade
Sinopse: Coletânea de crônicas de Carlos Drummond de Andrade publicadas aos domingos no suplemento literário do Correio da Manhã. Lançado em 1952, Passeios na ilha é o segundo livro em prosa de Carlos Drummond de Andrade. Nesta reunião de colunas escritas para o jornal, o poeta se dedica aos seus contemporâneos — Manuel Bandeira, João Alphonsus de Guimaraens e Henriqueta Lisboa, entre outros — em ensaios sobre cultura e vida literária. No texto que inaugura o volume, “Divagações sobre as ilhas”, Drummond faz uma ode ao que seria a distância ideal entre a ilha e o continente, “não muito longe do litoral, que o litoral faz falta; nem tão perto, também, que de lá possa eu aspirar a fumaça e a graxa do porto”. A passagem sintetiza os dilemas de um cronista que, por um lado, busca refúgio do mundo conturbado e, por outro, está atento a tudo aquilo que o cerca, num brilhante e obstinado exercício de reflexão. Posfácio de Sérgio Alcides.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Passeios Na Ilha”, de Carlos Drummond de Andrade, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2020 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 288
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535933387
ISBN13: 9788535933383
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,349
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
