
Título: Pateta em Nova Yorque
Autor: Joca Wolff
Sinopse: “Pateta em Nova Yorque”, o livro de Jorge Hoffmann Wolff, reúne boletins poéticos (entre 23 de dezembro de 2000 e 18 de fevereiro de 2001) das ocorrências do então doutorando em Teoria Literária, numa série de registros, ora ríspidos, ora torrenciais, em que assomam saudades, sonhos e leituras, ao lado de instantâneos urbanos (a exemplo do par de sapatos suspenso no semáforo) e uma jam-session infindável de achados verbais (“viano e piolino”), frases de efeito, corruptelas e comentários de rodapé que expandem (ou contradizem) o significado dos poemas. Assim, “Pateta em Nova Yorque” – atente-se à grafia inexata do título, que alude ao nome da cidadela de cinco mil habitantes situada no Maranhão – pode ser lido como a celeuma bem-humorada que mistura idiomas e, nas entrelinhas, ironiza a condição de “extraditado”: no exterior, o anônimo incorpora as identidades alheias, encena-se/as, se faz patético. Ou, em outros termos, mescla-se sem limites a inúmeras etnias e estratos sociais discordantes." -(Dennis Radünz)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pateta em Nova Yorque”, de Joca Wolff, publicado pela editora letras contemporâneas, em 2002 e com 60 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: letras contemporâneas
Páginas: 60
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Letras Contemporâneas convidam a uma leitura que mescla reflexão crítica e sensibilidade poética, transitando entre o rigor acadêmico e a expressão artística. O catálogo revela um interesse constante por temas ligados à educação, história social e cultural, além de uma atenção especial à experiência humana em contextos específicos, como a formação docente e a memória regional. A linguagem varia do ensaio denso e comprometido ao texto poético e narrativo, com ritmo que ora exige calma e contemplação, ora apresenta diálogos e sátiras ágeis. As obras sugerem um público atento a abordagens que valorizam a pesquisa e a vivência, sem perder a dimensão estética e afetiva.
