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Pauliceia Desvairada

Título: Pauliceia Desvairada

Autor: Mário de Andrade

Sinopse: Em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna a Mondru Editora publica esta edição especial que reúne o livro de poesias ''''Pauliceia Desvairada'''' e o texto ''''O Movimento Modernista'''' proferido no Salão de Conferências da Biblioteca do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, no dia 30 de abril de 1942 por Mário de Andrade. As duas obras possuem importância ímpar na literatura nacional. Tal como diz o próprio Mário de Andrade, ''''Pauliceia Desvairada'''' inaugura o movimento modernista. Escrito entre 1920 e 1921, e publicado no ano da Semana de Arte Moderna, o livro representa o espírito moderno que ressoou nas salas do Teatro Municipal de São Paulo. Todavia, é o discurso de Mário de Andrade, proferido 20 anos após a Semana, na qual foi vaiado ao ler os poemas deste livro, que lança luz sobre o movimento.

Contexto da obra

Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Pauliceia Desvairada”, de Mário de Andrade, publicado pela editora Mondru Editora, em 2022 e com 152 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.

Editora: Mondru Editora

Páginas: 152

Ano: 2022

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6584634094

ISBN13: 9786584634091

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,179
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 0,90

Sobre o autor

A leitura dos livros de Mario De Andrade é um mergulho em um Brasil multifacetado, onde o folclore, o cotidiano e as contradições nacionais se entrelaçam em narrativas que oscilam entre o lúdico e o crítico. A prosa ora se mostra inventiva e rapsódica, com ritmo que acompanha a oralidade popular, ora se revela densa e simbólica, exigindo atenção para captar as múltiplas camadas culturais presentes. A tensão nasce da convivência entre o humor irreverente e a reflexão sobre identidade e transformação social, enquanto personagens carregam traços de ambiguidade e complexidade, como o anti-herói que representa o próprio Brasil. A poesia, por sua vez, combina experimentação estética com um tom intimista e, às vezes, enigmático, que convida à contemplação. No conjunto, os livros de Mario De Andrade desafiam o leitor a navegar entre o regional e o universal, entre o passado mítico e o presente urbano, deixando perguntas sobre pertencimento e cultura.

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