
Título: Paulo de Tarso a Roma
Autor: Romano Penna
Sinopse: À parte a falsa insinuação de antifeminismo, uma série de preconceitos sempre impediu uma compreensão mais objetiva de Paulo de Tarso por parte da opinião pública. No plano intelectual, pesou sobre ele a hipoteca posta por Friedrich Nietzsche – que o transformou no verdadeiro fundador do cristianismo. A própria Igreja católica preferiu transmitir a imagem do missionário comprometido, com prejuízo, porém, do pensamento incômodo que se encontra em suas cartas. O verdadeiro Paulo – um judeu convicto que se tornou apóstolo de Jesus Cristo – é filtrado por aquilo que ele mesmo revela ser em seus escritos. Portanto, é importante investigar as características desse homem: suas origens, sua formação cultural, suas experiências e travessias, suas perseguições e, sobretudo, seu pensamento, que nunca cessa de surpreender os superficiais ou os medrosos e de fecundar salutarmente na linha da liberdade quem se deixa honestamente impregnar por ele.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Paulo de Tarso a Roma”, de Romano Penna, publicado pela editora Edições Loyola, em 2018 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 136
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515045125
ISBN13: 9788515045129
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,140
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
