
Título: Paulo Monteiro. O Interior da Distância
Autor: Paulo Monteiro
Sinopse: Paulo Monteiro: o interior da distância leva ao público um recorte amadurecido do trabalho do artista que busca representar a densidade do mundo em suas obras de maneira singela, sem grandes gestos ou excessos, como se quisesse através da simplicidade tratar o que existe de mais profundo em nosso dia a dia. O livro, com mais de 130 imagens, se debruça sobre a produção do período que vai de 2009 a 2015, e reúne pinturas, esculturas, instalações e imagens de exposições que resultam de sua longa dedicação e comprometimento ao fazer artístico. Ao compilar dezenas de trabalhos de Paulo Monteiro presentes em coleções particulares, como as de Adriana Varejão, José Olympio Pereira e Marcantonio Villaça, e nos acervos de importantes instituições, como o Museum of Modern Art (MoMA), de Nova York, para o qual suas obras foram adquiridas em 2014, o livro retrata a consagração do artista.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Paulo Monteiro. O Interior da Distância”, de Paulo Monteiro, publicado pela editora Cobogó, em 2015 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Cobogó
Páginas: 208
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560965866
ISBN13: 9788560965861
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,840
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 2,30
Sobre a editora
Os livros da editora Cobogó costumam apresentar uma experiência de leitura que combina rigor documental e sensibilidade artística, frequentemente explorando o universo das artes visuais, da música e do teatro. O catálogo revela obras que transitam entre o relato histórico e o ensaio crítico, com textos que aprofundam processos criativos, bastidores culturais e debates contemporâneos. Há uma atenção especial à construção de narrativas que dialogam com contextos políticos e sociais, como a denúncia da violência, a memória cultural e as questões identitárias, sempre com um tom que pode variar do poético ao didático. Essa diversidade se manifesta em obras que ora privilegiam o formato de entrevistas e depoimentos, ora se dedicam à análise detalhada de álbuns musicais ou à documentação de performances artísticas.
