
Título: Pedras & rochas em fotografia
Autor: Jorge Calado
Sinopse: Mudo e quedo como um penedo - diz o povo, mas sem razão. A verdade é que as pedras falam e mexem connosco (e não só as mancas), como nos ensinaram geólogos e paleontólogos. A estes dois grupos gostaria de juntar o dos fotógrafos. Que eu saiba, nunca nenhum curador se tinha lembrado de olhar para a pedra e rocha em fotografia. Um olhar de águia, transversal no tempo e no espaço. Quis investigar a maneira como os homens e mulheres têm captado as pedras nas suas câmaras, desde os tempos heróricos da fundação da fotografia. Por coincidência, a fotografia foi inventada na precisa altura em que os povos começaram a desbravar e a colonizar o espaço vazio - da América à Austrália - quantas vezes empurrando, modificando, ou dizimando os ocupantes originais. A fotografia foi testemunha dessa colonização. Pelo caminho, as pedras mágicas e as formações rochosas mais imponentes iam sendo fotografadas, às vezes apenas - como aconteceu com a conquista do Monte Everest em 1953 - porque estavam lá. Tinham ainda a vantagem de ser imóveis, e não darem imagens tremidas nessa época longínqua de longos tempos de exposição.
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Pedras & rochas em fotografia”, de Jorge Calado, publicado pela editora IST Press, em 2003 e com 167 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: IST Press
Páginas: 167
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: pt
ISBN: 9789728469245
ISBN13: 9789728469245
Sobre a editora
Os livros da editora IST Press apresentam uma experiência de leitura marcada pela densidade técnica e rigor acadêmico, voltados principalmente para públicos universitários e profissionais das engenharias, ciências exatas e áreas afins. O tom é didático e detalhado, com muitos exemplos resolvidos e explicações aprofundadas que facilitam a assimilação de conceitos complexos, como em química supramolecular, mecânica dos solos, e matemática aplicada. As obras frequentemente cruzam disciplinas, sugerindo uma abordagem interdisciplinar, especialmente entre química, física e engenharia. O ritmo das narrativas tende a ser sistemático e estruturado, privilegiando clareza e precisão em vez de fluidez literária.
