
Título: Peões: visto por
Autor: José Sergio Leite Lopes
Sinopse: O documentário Peões (2004), de Eduardo Coutinho, revisita personagens que participaram dos movimentos sindicais do ABC paulista na década de 1980, exatamente no momento da campanha eleitoral que tornou Luiz Inácio Lula da Silva presidente do Brasil. Nesta obra, o filme é discutido pelos antropólogos José Sergio Leite Lopes e Marta Cioccari e pelo cineasta Renato Tapajós. Os primeiros tecem uma rica aproximação entre metodologias “etnográficas” de Coutinho e das ciências sociais, destacando a escuta “ativa e metódica” do entrevistador, permitindo a emergência de uma “intensidade expressiva” de seus entrevistados. Como “par” do diretor, Tapajós, por sua vez, analisa o “dispositivo” do filme e aponta o recurso de “desmontagem” por meio do qual revemos os personagens. A revisão das lutas sindicais, da liderança de Lula e das experiências (políticas) dos personagens, numa perspectiva histórica, atenta-nos para o atual momento do país e sua memória, com reflexões que extrapolam a tela.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Peões: visto por”, de José Sergio Leite Lopes, publicado pela editora 7 Letras, em 2017 e com 80 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: 7 Letras
Páginas: 80
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8542106180
ISBN13: 9788542106183
Sobre a editora
Os livros da editora 7 LETRAS apresentam uma leitura que atravessa a poesia, a crônica e o ensaio com um olhar atento às experiências humanas e sociais. O catálogo revela uma predileção por narrativas que exploram o cotidiano, a memória e as tensões entre o indivíduo e seu entorno, ora com tom poético e contemplativo, ora com humor e irreverência. As obras frequentemente dialogam com temas como identidade cultural, desigualdades sociais, linguagens artísticas e questões urbanas, criando um ritmo que pode ser tanto fluido quanto denso, conforme o foco do texto. A diversidade se manifesta na coexistência de textos mais narrativos e outros que se aproximam da reflexão crítica e teórica, ampliando o leque de possibilidades para leitores que buscam tanto emoção quanto análise.
