
Título: People Want to Live
Autor: Farah Ali
Sinopse: Set primarily in Pakistan, these award-winning stories follow people living on the brink of abandonment - in their personal relationships and their place in the world. A mother, coping with the sudden death of her son, uncovers long buried secrets in his absence. An anguished girl grabs a chance for a life beyond the orphanage walls where she lives and discovers the price of freedom. A young couple tries to keep their fraught relationship steady as a heat wave engulfs their city. A son returns to visit his ageing parents while beset with memories of a troubled childhood. And two thieves find themselves in a situation more precarious by the minute, and more dangerous than their original mission. Farah Ali's debut collection of thirteen stories, People Want to Live features stories of togetherness and reckless faith in the face of a world that's built to break us. Her characters mount battle with loneliness and in their fight reveal surprising vulnerabilities and an astonishing measure of hope.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “People Want to Live”, de Farah Ali, publicado pela editora McSweeney's, em 2021 e com 222 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: McSweeney's
Páginas: 222
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 1952119294
ISBN13: 9781952119293
Sobre a editora
Os livros da editora McSweeney's costumam oferecer uma experiência de leitura que mistura análises culturais afiadas com narrativas que transitam entre o pessoal e o político. As obras frequentemente exploram temas como identidade, história e crises sociais, com um tom que varia entre o meditativo e o urgente. Há uma presença marcante de personagens complexos, desde jovens em transição até figuras envolvidas em conflitos contemporâneos, o que cria um clima de tensão e reflexão. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos mais narrativos e outros que adotam formatos experimentais ou ensaísticos, sempre com uma linguagem que convida à imersão profunda. Essa diversidade permite ao leitor navegar por diferentes ritmos e estilos, mantendo um interesse constante pela complexidade do mundo atual.
