
Título: Pequena história do tempo
Autor: Leofranc Holford-Strevens
Sinopse: A organização do tempo em horas, dias, meses e anos apresenta-se como imutável e universal. Contudo, é na verdade um tipo de organização muito mais artificial do que as pessoas imaginam. Leofranc Holford-Strevens aborda a temática da medição do tempo recorrendo a uma ampla panóplia de fascinantes exemplos, desde a Roma Antiga e a imposição do ano bissexto por Júlio César, até ao projecto concebido na década de 1920 para estipular uma data fixa para a Páscoa. A medição do tempo não se rege exclusivamente por objectivos temporais. Os calendários sempre foram dominados e determinados por exigências sociais: as colheitas agrícolas, os rituais (religiosos e não só) e também as contingências políticas e ideológicas. Conclui-se portanto que o tempo não é nem um conceito nem uma categoria natural, mas sim humana. O tempo é nada mais do que uma invenção do homem que lhe permite organizar e avaliar as suas actividades e o seu percurso histórico.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pequena história do tempo”, de Leofranc Holford-Strevens, publicado pela editora Tinta da China, em 2008 e com 215 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tinta da China
Páginas: 215
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9728955618
ISBN13: 9789728955618
Sobre a editora
Os livros da editora Tinta da China costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com uma voz acessível, muitas vezes marcada por um tom próximo e até humorístico. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram temas históricos e políticos com profundidade, como a análise crítica do colonialismo português ou a reflexão sobre regimes autoritários, sempre com um olhar que convida à reflexão. Há também espaço para narrativas pessoais e coletâneas que trazem à tona vozes marginalizadas, como as de mulheres viajantes ou ativistas contemporâneos, o que amplia o alcance da editora para leitores interessados em histórias de resistência e transformação social. A linguagem varia entre o lírico e o seco, o ensaístico e o narrativo, com textos que transitam entre o humor e a seriedade, a crônica e o estudo, o que sugere um catálogo plural, porém coerente em sua busca por provocar o pensamento e o envolvimento do leitor.
