
Título: Pequeno país
Autor: Gaël Faye
Sinopse: Romance sólido e cativante, Pequeno país vendeu mais de 1 milhão de exemplares na França e foi traduzido para quarenta idiomas O “pequeno país” é o Burundi, na região central da África, onde nasceram Faye e seu personagem (e narrador), Gaby, um garoto de 10 anos. Gaby é filho de um casal de classe média morador de Bujumbura, sendo a mãe negra e nascida em Ruanda e o pai, branco e francês. Pequeno país é ambientado em 1993, no momento da eclosão de uma guerra civil entre os tútsis e os hútus. O texto evoca uma infância idílica que aos poucos vai se transformando numa sequência de situações desafiadoras. Além dos perigos e tragédias do ambiente de confronto armado, Gaby se vê diante da corrosão da própria família. Ao mesmo tempo, o personagem vive, na companhia de um grupo de amigos, as delícias de uma infância passada em contato com uma natureza exuberante à beira do imenso lago Tanganica. Eles brincam de patrulhar as ruas do bairro em que moram, até que a guerra os leva para atividades mais perigosas.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Pequeno país”, de Gaël Faye, publicado pela editora Carambaia, em 2023 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Carambaia
Páginas: 208
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6554610324
ISBN13: 9786554610322
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,398
- Altura (cm): 21,20
- Largura (cm): 13,60
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Carambaia convidam o leitor a um mergulho em narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre a literatura clássica e contemporânea com igual rigor. O catálogo reúne obras que exploram desde relatos históricos e biográficos até ficções marcadas por temas sociais e psicológicos profundos, oferecendo uma experiência de leitura que exige atenção ao detalhe e reflexão. A linguagem varia entre o estilo direto e o mais elaborado, com narrativas que ora privilegiam o ritmo veloz e cenas curtas, ora se estendem em crônicas e ensaios com tom didático e investigativo. A diversidade do acervo se manifesta em contrastes, como histórias de formação com nuances queer e romances que dialogam com questões de gênero e direitos sociais, ao lado de relatos de guerra e memórias pessoais. A curadoria da Carambaia parece valorizar textos que trazem vozes plurais e perspectivas históricas, com uma inclinação para obras que desafiam o leitor a confrontar realidades complexas.
