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Pequeno Vade-Mécum

Título: Pequeno Vade-Mécum

Autor: Michel de Montaigne

Sinopse: É surpreendente, quatro séculos depois da sua morte, que a densidade do pensamento de Michel de Montaigne (1533-1592) nos ofereça ainda tanto para descobrir. Montaigne, que nasceu e morreu numa época marcada pelas intolerâncias de protestantes e católicos, fez dos seus Ensaios um hino à vida, um hino tenaz e inadiável. E, quando, a mais de quatrocentos anos da sua morte - neste nosso tempo de tolerâncias forçadas, complacências de superfície, outro modo afinal de engordar fundamentalismos e guerras santas, abusos do Direito (sendo este um oportuno alheamento do ser único), formas sub-reptícias de assacar e infligir o poder -, relemos este autor, somos arrebatados pela modernidade do seu espírito; a recusa absoluta de transformar a opinião em poder, o desprezo pela violência, a defesa intransigente do prazer. Este 'Pequeno Vade-mécum', composto por fragmentos e trechos retirados dos Ensaios, pretende constituir-se um luzeiro para o leitor não especialista penetrar a 'floresta luxuriante' de Montaigne.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pequeno Vade-Mécum”, de Michel de Montaigne, publicado pela editora Antigona, em 2004 e com 126 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Antigona

Páginas: 126

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9726081602

ISBN13: 9789726081609

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Michel De Montaigne é um convite para um diálogo íntimo e franco, onde o autor se expõe com uma honestidade que oscila entre a leveza e a profundidade. A prosa, ao mesmo tempo fluida e reflexiva, conduz o leitor por um ritmo contemplativo que mistura o ceticismo à busca sincera por sentido na vida cotidiana. Montaigne coloca a si mesmo como objeto e sujeito de análise, criando uma experiência que se aproxima do exercício psicológico, mas sem perder a graça e o humor. Essa escrita, que se desdobra em ensaios independentes, desafia o leitor a questionar verdades absolutas e a valorizar o saber prático, aquele que melhora a vida e os costumes. Navegar pelos livros de Michel De Montaigne é, portanto, entrar numa conversa que é ao mesmo tempo pessoal e universal, onde o pensamento se mostra em movimento constante.

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    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Antígona revela um interesse persistente por temas que questionam estruturas sociais, políticas e culturais, frequentemente com um tom crítico e reflexivo. O catálogo privilegia obras que exploram a tensão entre indivíduo e sistema, seja por meio de análises filosóficas profundas, narrativas históricas ou ficções distópicas. A linguagem é, em geral, densa e cuidadosa, mas acessível, convidando o leitor a uma imersão que combina rigor intelectual com uma certa urgência existencial. Há uma presença marcante de textos que abordam crises sociais, identidades complexas e dilemas morais, com um ritmo que varia entre o contemplativo e o intenso, dependendo do enfoque narrativo. Essa diversidade se manifesta tanto em obras mais ensaísticas quanto em romances ou relatos biográficos, oferecendo contrastes entre o mais narrativo e o mais informativo.

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