
Título: Perca amigos, pergunte-me como
Autor: Allan Sieber
Sinopse: Perca Amigos, pergunte-me como reúne 135 cartuns, a maioria publicada nos últimos 5 anos, em jornais, revistas e no blog do autor. Alguns são inéditos, reprodução de cadernos de rascunho de Sieber ou desenhos que estavam perdidos em seu computador. O livro além do prefácio do Xico Sá e o traço impiedoso do autor, ainda vem com pôsteres que viram estêncil, um brinde para as ruas. A obra mostra o vigor do cartum, esse estilo cada vez mais raro, e do humor brasileiro que não se orgulha da mediocridade. Não é só para perder amigos, é para fazer a cobra fumar o fumo de rolo de Arapiraca rules, como afirma Xico Sá em seu prefácio.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Perca amigos, pergunte-me como”, de Allan Sieber, publicado pela editora Mórula Editorial, em 2013 e com 143 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mórula Editorial
Páginas: 143
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8565679179
ISBN13: 9788565679176
Sobre a editora
Os livros da editora Mórula Editorial trazem um diálogo intenso entre cultura, política e memória, frequentemente ancorados em pesquisas acadêmicas e perspectivas críticas sobre a realidade brasileira. A leitura desses títulos costuma exigir atenção a temas densos, como direitos humanos, violência estatal e questões sociais contemporâneas, mas também se abre para abordagens mais poéticas e artísticas, como o teatro de sombras e narrativas visuais ligadas à música. O catálogo revela uma pluralidade entre obras que investigam processos históricos e sociais com rigor documental e outras que exploram o improviso, o humor e a experiência estética, criando um contraste entre textos mais analíticos e outros de tom mais lírico ou experimental. A linguagem, em geral, é cuidadosa e reflexiva, com ritmo que pode variar do ensaio acadêmico ao relato sensível, sempre com um olhar atento às tensões políticas e culturais do país.
