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Perdi o peão, mas aceito jogar

Título: Perdi o peão, mas aceito jogar

Autor: Patricia Peterle

Sinopse:

Contexto da obra

Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Perdi o peão, mas aceito jogar”, de Patricia Peterle, publicado pela editora Quelônio, em 2024 e com 22 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.

Editora: Quelônio

Páginas: 22

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: pt

ISBN: 9786587790725

ISBN13: 9786587790725

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Patricia Peterle oferece um percurso que mistura rigor acadêmico e sensibilidade poética, alternando entre análises densas e momentos de delicada percepção do mundo. A prosa se revela atenta aos detalhes mínimos, como gestos cotidianos e fragmentos de linguagem que escapam à norma, criando uma experiência que exige do leitor uma escuta cuidadosa e paciente. Em muitos textos, há uma tensão entre o desejo de ordem e a persistência do que resta, do que escapa à compreensão plena, gerando um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto inquieto. A autora também transita entre diferentes linguagens — do ensaio crítico à tradução e ao estudo da gramática italiana —, o que confere variedade e profundidade ao catálogo. Essa diversidade convida o leitor a explorar as fronteiras entre poesia, linguagem e cultura, sempre com um olhar atento às nuances e aos ecos que permanecem.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Quelônio costumam apresentar personagens profundamente humanos, muitas vezes mulheres que enfrentam desafios íntimos e sociais, como a reinvenção da vida na velhice ou a luta por liberdade em culturas patriarcais. O catálogo revela uma atenção especial à poesia contemporânea, marcada por investigações do corpo, do amor e da memória, com linguagem que pode variar do fragmentado ao lírico, sempre com um tom próximo e reflexivo. As narrativas transitam entre o pessoal e o político, explorando tensões sociais, memórias afetivas e conflitos familiares em contextos urbanos ou culturais específicos. O ritmo das obras pode ser tanto acelerado e digressivo quanto contemplativo e detalhista, com um cuidado evidente no projeto gráfico e na apresentação artesanal de alguns títulos.

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