
Título: Perdidos no Mar - As aventuras de Tintim
Autor: Hergé
Sinopse: Em Perdidos no mar, Tintim se encontra por acaso com o general Alcazar, de O ídolo roubado, e descobre que ele estava envolvido com um traficante de armas. Depois, lê que seu amigo, o emir do Khemed, fora deposto, e que os golpistas tiveram sua vitória garantida pelos aviões Mosquito, vendidos por Alcazar. Achando toda essa história muito estranha, Tintim decide partir com Milu e o capitão Haddock para o Oriente Médio com o intuito de investigá-la. Mas o barco em que viajam é atacado por uma esquadrilha de Mosquitos. Tintim, Milu e Haddock escapam numa jangada improvisada e são resgatados por um velho conhecido que prefere vê-los mortos... Conseguirão escapar?
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Perdidos no Mar – As aventuras de Tintim”, de Hergé, publicado pela editora Quadrinhos na Cia, em 2008 e com 64 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Quadrinhos na Cia
Páginas: 64
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535911618
ISBN13: 9788535911619
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 29,50
- Largura (cm): 22,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Quadrinhos na Cia costumam apresentar narrativas em quadrinhos que transitam entre memórias pessoais e grandes contextos históricos, com um olhar que mistura emoção e crítica. O catálogo reúne histórias que vão do relato autobiográfico intenso, passando por sátiras políticas e sociais, até aventuras clássicas e experimentações gráficas. Muitas obras exploram conflitos humanos profundos, como a busca por identidade, a solidão urbana e as tensões políticas, com um tom que pode variar do humor ácido ao drama contido. A leitura desses quadrinhos frequentemente exige atenção ao detalhamento visual e à construção de atmosferas densas, seja em narrativas mais lineares ou em estruturas fragmentadas e poéticas.
