
Título: Perfect Mistress, The
Autor: Victoria Alexander
Sinopse: Let #1 New York Times bestselling author Victoria Alexander sweep you away with her dazzling new romance, in which one otherwise proper lady discovers that passion is her legacy. . . Widowed Julia, Lady Winterset, has inherited a book--a very shocking book--that every gentleman in London seems to want. For a charismatic businessman, it's a chance to build an empire. For a dashing novelist, it could guarantee fame. But to a proud, domineering earl, it means everything. . . Harrison Landingham, Earl of Mountdale, can't let the obstinate Julia release the shameless memoir that could ruin his family's name. But the only way to stop her may be equally sordid--if far more pleasurable. For his rivals are intent on seducing the captivating woman to acquire the book. And Harrison isn't the sort to back away from a competition with the stakes this high. Now the winner will claim both the scandalous memoirs and the heart of their lovely owner. . . "Warm, witty and wise." --Julia Quinn, New York Times bestselling author
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Perfect Mistress, The”, de Victoria Alexander, publicado pela editora Zebra - Kensington, em 2011 e com 400 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Zebra - Kensington
Páginas: 400
Ano: 2011
Edição: Original
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781420117059
ISBN13: 9781420117059
Sobre a editora
Os livros da editora Zebra - Kensington costumam explorar histórias intensas de relacionamentos marcados por segredos, paixões conflituosas e reviravoltas dramáticas. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o suspense psicológico e o romance histórico, frequentemente ambientadas em cenários que vão de mansões isoladas a paisagens tropicais. A tensão entre personagens complexos e o desenrolar de mistérios pessoais ou criminais cria um ritmo que combina momentos de ação acelerada com passagens mais introspectivas. Há obras que privilegiam o tom sombrio e ameaçador, enquanto outras apostam em diálogos carregados de desejo e conflitos emocionais.
