
Título: Perguntem a Sarah Gross
Autor: João Pinto Coelho
Sinopse: Um mistério que remonta ao mais terrível dos locais: Auschwitz. Em 1968, a jovem professora Kimberly Parker atravessa os Estados Unidos para ensinar no colégio mais elitista da Nova Inglaterra, dirigido por Sarah Gross, uma mulher carismática e misteriosa. Ela foge de um segredo terrível e procura paz em St. Oswald s. Mas uma tragédia abala inesperadamente a instituição centenária, abrindo as portas de um passado avassalador. Nos corredores da universidade ou no apertado gueto de Cracóvia; nos campos de Auschwitz (quando ali ainda existia uma cidade), Kimberly mergulha numa historia brutal de dor e sobrevivência para a qual ninguém a preparou. Rigoroso, imaginativo e cinematográfico, Perguntem a Sarah Gross é um romance que nos leva ao local que se tornou o mais famoso campo de extermínio da história. Obra finalista do premio LeYa, em 2014.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Perguntem a Sarah Gross”, de João Pinto Coelho, publicado pela editora Leya, em 2016 e com 384 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Leya
Páginas: 384
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8544103499
ISBN13: 9788544103494
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,330
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Leya costumam levar o leitor a mundos ricos em fantasia e realidade, onde personagens enfrentam conflitos intensos, sejam eles pessoais, sociais ou históricos. A experiência de leitura varia entre narrativas épicas, como guerras e disputas pelo poder, e histórias intimistas que exploram relações familiares e jornadas de autoconhecimento. O tom pode oscilar do humor leve e criativo até a tensão dramática e o suspense, sempre com tramas que convidam à reflexão sobre temas como identidade, coragem, e transformação. O catálogo apresenta obras que transitam entre o fantástico e o realista, com ritmo que pode ser tanto acelerado e cheio de reviravoltas quanto mais pausado e contemplativo.
