
Título: Periferia Pop na Idade Midia
Autor: Villaça Nízia
Sinopse: A estética pop, criada nos anos 50 por Andy Warhol, captura a comunicação contemporânea de nossa Idade Mídia, caracterizada pela rede de conexões, anseio de visibilidade em oposição ao fechamento do poder religioso medieval. É o império do brilho, da performance e dos remixes. O ensaio une a teoria à pesquisa de campo, a visão de longe à proxemia na construção do seu objeto. A “popficação” da periferia por este discurso é um episódio típico que buscamos analisar, enfocando a linguagem das políticas culturais e, paralelamente, as estratégias midiáticas na representação comunitária. As normatividades que cercavam as noções de centro e periferia sofrem reconfigurações e, em lugares de fronteira, negociações e confrontos se desenham, bem como um novo protagonismo social.
Contexto da obra
Na área de Administração, livros como este costumam se ligar a gestão, estratégia e aplicação prática. “Periferia Pop na Idade Midia”, de Villaça Nízia, publicado pela editora Estação das Letras e Cores, em 2012 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Administração. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre leituras mais conceituais e leituras mais voltadas à ação.
Editora: Estação das Letras e Cores
Páginas: 176
Ano: 2012
Edição: Comunica‹o
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560166556
ISBN13: 9788560166558
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,92
Sobre a editora
Os livros da editora Estação das Letras e Cores trazem uma reflexão aprofundada sobre temas ligados à moda, cultura e suas interfaces com outras áreas do conhecimento. A experiência de leitura costuma ser densa e conceitual, com foco em análises críticas que cruzam estética, história, política e tecnologia, frequentemente explorando a moda como linguagem e fenômeno social. O catálogo revela obras que dialogam tanto com a teoria quanto com a prática, abordando desde a história da moda no Brasil até as transformações contemporâneas impulsionadas pela globalização e novas tecnologias. Há também espaço para investigações sobre corpo, identidade e cultura pop, em textos que mesclam ensaio e pesquisa acadêmica, com um ritmo que convida à reflexão cuidadosa.
