
Título: Pessego Gay - Architectussaurus Erectus
Autor: Madeira Pinto
Sinopse: Dois amigos - um alemão naturalizado brasileiro, morando em Florianópolis, e outro naturalizado australiano, em Sidney - acham-se depois de 28 anos. Então, mais vividos e via e-mails bem-humorados, rememoram os acontecimentos do período em que estiveram afastados e passam a trocar impressões centrando o foco no crescimento urbano das duas cidades. Na sinceridade e necessidade de recuperar o tempo perdido, todos os assuntos, e são muitos, recebem um tratamento direto e sem volteios, revelando a insanidade e a voracidade dos políticos, administradores públicos e empresários que na ânsia de obtenção de lucros fáceis tornam o espaço urbano insuportável ao convívio humano. Esses diálogos reflexivos tornam este livro um vigoroso instrumento de denúncia e vem ao encontro da nova geração em sua luta de defesa do nosso patrimônio ambiental, cultural e social.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Pessego Gay – Architectussaurus Erectus”, de Madeira Pinto, publicado pela editora Insular, em 2002 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Insular
Páginas: 248
Ano: 2002
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857474137X
ISBN13: 9788574741376
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,450
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Insular convidam o leitor a uma imersão que varia do rigor acadêmico à narrativa ficcional, com um foco recorrente em temas sociais, educacionais e culturais. A experiência de leitura pode ser densa e reflexiva, marcada por abordagens que vão desde análises detalhadas do cotidiano universitário até relatos que exploram emoções humanas profundas e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a realidade brasileira, seja por meio da sociologia, da educação, do jornalismo ou da literatura regional, muitas vezes com um tom crítico e investigativo. Há uma alternância entre textos mais informativos, como estudos sobre políticas públicas e direitos humanos, e narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, com ritmo que ora é contemplativo, ora intenso e envolvente.
