
Título: Pianista Boxeador
Autor: Daniel Lopes
Sinopse: Os protagonistas de Daniel Lopes, no livro de contosPianista boxeador, estão em busca de redenção. São enfezados, apaixonados, alucinados, foram feridos de todas as maneiras que a vida costuma ferir. Foram manchados tão intensamente pela tristeza, que a realidade subitamente se transformou em euforia. Os contos aqui reunidos tratam exaustivamente do mal, de suas muitas faces. Não para aceitá-lo como princípio ativo da vida, mas para negá-lo violentamente. Segundo o escritor e crítico Nelson de Oliveira, o livro é uma "coletânea de socos, chutes, cores, sons, beijos, gozos, fantasmas, espirais de fumaça e cristais de álcool, que quer abolir, na porrada, todo o mal que há no mundo.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Pianista Boxeador”, de Daniel Lopes, publicado pela editora CONFRARIA DO VENTO EDITORA, em 2012 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: CONFRARIA DO VENTO EDITORA
Páginas: 200
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560676457
ISBN13: 9788560676453
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 10,00
Sobre a editora
Os livros da editora CONFRARIA DO VENTO EDITORA apresentam uma escrita que explora a complexidade das emoções humanas, frequentemente atravessada por temas como a dor, a memória e a busca por sentido. A narrativa oscila entre o realismo cru e o fantástico perturbador, criando atmosferas densas e inquietantes, onde personagens lidam com conflitos internos e externos que desafiam a estabilidade do cotidiano. O catálogo privilegia textos que mesclam poesia e prosa, às vezes com um tom visceral e outras vezes com uma delicadeza reflexiva, sempre mantendo uma linguagem precisa e envolvente. Há uma atenção especial para a dimensão existencial e política das obras, que frequentemente dialogam com questões urbanas, sociais e filosóficas, sem perder a força da experiência individual.
