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Picassos Falsos

Título: Picassos Falsos

Autor: Breno Serafini

Sinopse: [...] nunca a fronteira entre o original e a cópia esteve tão próxima, embora não exclusividade de nosso tempo. No mercado glamouroso da arte, em que o culto à obra resiste à sua reprodutibilidade técnica, também a chancela do que é ou não é depende, muitas vezes, de interesses. Exemplar disso é o livro Eu fui Vermeer, de Frank Wynne, que trata da vida do pintor holandês Han Meegeren (1889- 47), que conseguiu fazer de bobo o mercado de arte e, por extensão, os nazistas, ao pintar falsos originai s do seu conterrâneo. Para espanto geral, seu Cristo em Emaús é considerado por alguns a melhor obra de Vermeer. O que só confirma o dizer de Millôr, sempre ele: â??só o que é original merece ser copiadoâ?. Eu, de minha parte, fico feliz com o Picasso n a parede de minha sala. Todos sabem que é falso, mas continua sendo genial.

Contexto da obra

Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Picassos Falsos”, de Breno Serafini, publicado pela editora BUQUI, em 2014 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.

Editora: BUQUI

Páginas: 144

Ano: 2014

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8583381291

ISBN13: 9788583381297

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,205
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 10,00

Sobre a editora

Os livros da editora Buqui oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e por narrativas que transitam entre o pessoal e o social. O catálogo apresenta obras que exploram histórias de superação, memórias e relatos biográficos, ao lado de reflexões sobre questões contemporâneas como finanças pessoais, carreira e reputação. Há também textos que misturam ficção com elementos reais, criando atmosferas que convidam à reflexão sobre o cotidiano e a cultura. O tom varia entre o direto e o didático, o humor irônico e o emotivo, com ritmos que vão do ensaio analítico à narrativa envolvente. Essa variedade sugere que a Buqui privilegia livros que dialogam tanto com leitores interessados em temas práticos quanto com aqueles que buscam histórias humanas e críticas sociais.

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