
Título: Picnic at Hanging Rock
Autor: Joan Lindsay
Sinopse: A 50th-anniversary edition of the landmark novel about three "gone girls" that inspired the acclaimed 1975 film, featuring a foreword by Maile Meloy, author of Do Not Become Alarmed It was a cloudless summer day in the year 1900. Everyone at Appleyard College for Young Ladies agreed it was just right for a picnic at Hanging Rock. After lunch, a group of three girls climbed into the blaze of the afternoon sun, pressing on through the scrub into the shadows of the secluded volcanic outcropping. Farther, higher, until at last they disappeared. They never returned. . . . Mysterious and subtly erotic, Picnic at Hanging Rock inspired the iconic 1975 film of the same name by Peter Weir. A beguiling landmark of Australian literature, it stands with Shirley Jackson's We Have Always Lived in the Castle, Daphne du Maurier's Rebecca, and Jeffrey Eugenides' The Virgin Suicides as a masterpiece of intrigue.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Picnic at Hanging Rock”, de Joan Lindsay, publicado pela editora Penguin Books, em 2017 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 224
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0143132059
ISBN13: 9780143132059
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
