
Título: Pierre Laval vu par sa fille
Autor: Yves Pourcher
Sinopse: Condamné à mort et exécuté le 15 octobre 1945, Pierre Laval a été lhomme le plus haï de France. Son ascension au sommet de lÉtat a pourtant été vertigineuse : entre 1925 et 1945, il fut trois fois président du Conseil et quatorze fois ministre. Josée de Chambrun, sa fille unique, a patiemment écrit son histoire. Sur les petites pages de ses carnets intimes et dans ses lettres, elle a tout noté : les lieux, les rencontres, les mots et les scènes. Lentre-deux-guerres défile, lOccupation surgit, la Collaboration sinstalle. Pour le pire, le vernis mondain se mêle au politique. Autour des maîtres nazis, Arletty, Paul Morand, Coco Chanel, René Bousquet, Jean Jardin, et beaucoup dautres grands noms, trinquent à lavenir. Installé au milieu de ce bottin du déshonneur et de la honte, Laval sactive, et sa fille enregistre ses faits et gestes. Ce livre est une bande magnétique, un film inédit sur les années noires de la France. Il dit sans voile ce qua été lOccupation.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pierre Laval vu par sa fille”, de Yves Pourcher, publicado pela editora Tallandier, em 2014 e com 618 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Tallandier
Páginas: 618
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: francês
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Tallandier oferecem um mergulho detalhado em momentos históricos marcantes, especialmente da França e do mundo ocidental, com foco em personagens e eventos que moldaram o século XX e períodos anteriores. A leitura costuma ser densa e informativa, com atenção a relatos pessoais, documentos e análises precisas, criando imagens vívidas de contextos como a ocupação nazista, a resistência feminina, e grandes campanhas militares. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que combinam rigor documental com vozes humanas, ora mais próximas de testemunhos íntimos, ora de relatos estratégicos e políticos. Há obras que privilegiam o relato cronológico e outras que exploram a dimensão social e cultural de épocas específicas, o que pode proporcionar ao leitor tanto uma experiência mais narrativa quanto uma abordagem analítica.
