
Título: Poder, hierarquia e reciprocidade: saúde e harmonia entre os Baniwa do Alto Rio Negro
Autor: Luiza Garnelo
Sinopse: Resultado de ampla pesquisa na qual a autora apresenta os diversos aspectos que compõem o complexo mundo baniwa, a importância que a doença ocupa nele, suas especificidades, sua cultura, seu modo estóico de vida, suas inter-relações com outros grupos étnicos do Alto Rio Negro, Amazonas. Nos permite mergulhar e melhor compreender o ‘caleidoscópio de problemas vividos hoje pelos povos indígenas’ no Brasil em diversas áreas. Sociopoliticamente de alta relevância, revela a distância entre as necessidades desse povo e os serviços de saúde para eles disponibilizados, pautados por um tendência à uniformização e baixa sensibilidade às diferenças culturais. Transcende o contexto rionegrino, sendo relevante para o universo indígena como um todo. Academicamente instigante e politicamente perspicaz, inaugura nova coleção em grande estilo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Poder, hierarquia e reciprocidade: saúde e harmonia entre os Baniwa do Alto Rio Negro”, de Luiza Garnelo, publicado pela editora SciELO, em 2003 e com 335 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SciELO
Páginas: 335
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Scielo oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente explorando temas ligados às ciências humanas, sociais e da saúde. As obras costumam apresentar análises detalhadas de contextos sociais, culturais e profissionais, com foco em estudos de casos, pesquisas empíricas e reflexões críticas. O tom varia entre o informativo e o reflexivo, privilegiando uma linguagem que dialoga tanto com leitores especializados quanto com públicos interessados em compreender questões contemporâneas. O catálogo revela um equilíbrio entre abordagens mais narrativas, como relatos históricos e etnográficos, e textos mais analíticos, que problematizam práticas e políticas públicas.
