
Título: Poemas coronários
Autor: Cyro dos Anjos
Sinopse: Poemas coronários, dá continuidade à publicação das Obras reunidas de Cyro dos Anjos, coordenadas e fixadas por Wander Melo Miranda. Trata-se de poemas surpreendentes por vários motivos. Em primeiro lugar, por seu autor ser um romancista consagrado. O aparante paradoxo reside no fato de que a história literária oferece muito poucos exemplos de ficcionistas que são também poetas (e vice-versa), pois as duas linguagens têm naturezas bastante distintas. Em segundo lugar, por seu título. Coronário é, denotativamente, relativo a coroa, podendo então se tratar de um livro que culmina, que coroa uma obra (de fato, trata-se de seu último livro, publicado originalmente em 1964). No entanto, aqui coronário se refere mesmo à circulação cardíaca, e mais especificamente, à doença cardíaca: um título mais fisiológico do que propriamente literário. E em terceiro lugar, porque seus poemas são difíceis de enquadrar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Poemas coronários”, de Cyro dos Anjos, publicado pela editora Globo Livros, em 2014 e com 80 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Globo Livros
Páginas: 80
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788525056313
Sobre a editora
Os livros da editora Globo Livros oferecem uma experiência de leitura que transita entre o rigor acadêmico e a narrativa envolvente, com obras que vão da filosofia medieval traduzida diretamente do árabe a romances contemporâneos que exploram questões sociais e pessoais. O catálogo apresenta desde guias de viagem detalhados, que convidam o leitor a conhecer destinos com riqueza de detalhes culturais e históricos, até biografias e relatos que mergulham em trajetórias de vida marcantes. A diversidade temática é acompanhada por uma linguagem acessível, que ora se mostra didática e informativa, ora se entrega ao suspense e à emoção, sempre com um tom que privilegia o diálogo entre passado e presente.
