
Título: Poemas da Iara
Autor: Euanaã Ferraz
Sinopse: Iara é uma índia que vive no fundo das águas do rio e fascina a todos com seu canto deslumbrante. Em Poemas da Iara, primeiro livro do poeta Eucanaã Ferraz dedicado ao público infanto-juvenil, é possível conhecer, em versos e nas belas ilustrações de Andrés Sandoval, a história desta encantadora sereia. A obra, que traz o texto sob o acordo ortográfico dos países de língua portuguesa, integra e lança a coleção Mãe Brasil, da Editora Língua Geral, que pretende recriar as lendas indígenas em diálogo com questões contemporâneas. Em Poemas da Iara, o mundo mágico das lendas mistura-se ao mundo real da poluição, da desertificação dos rios e da extinção de animais selvagens. Este livro busca, por meio da poesia, substituir os possíveis fatalismo s por um tom educativo e lírico, que agrupa elementos da tradição e da modernidade.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Poemas da Iara”, de Euanaã Ferraz, publicado pela editora Lingua Geral, em 2008 e com 40 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Lingua Geral
Páginas: 40
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8560160388
ISBN13: 9788560160389
Sobre a editora
Os livros da editora Lingua Geral oferecem uma experiência de leitura marcada por uma combinação entre crítica social e experimentação linguística, frequentemente atravessada por humor e lirismo. As narrativas transitam entre o realismo e o fantástico, com contos que exploram tensões sociais por meio de uma linguagem que valoriza ritmo e sonoridade. O catálogo também inclui obras que dialogam com a história da língua portuguesa e retratos de personagens em contextos culturais diversos, do Brasil à África, com olhares que mesclam o íntimo e o coletivo. Há espaço para textos que abordam desde a poesia da vida cotidiana até romances que exploram identidades e relações afetivas, sempre com um tom que pode ser tanto melancólico quanto irônico.
