
Título: Poemas de Aço
Autor: Paulo Tarso Barros
Sinopse: Sobre "Poemas de Aço" talvez não seja necessário dizer que é um livro forte, poema que "vem da oficina metálica", no dizer do autor. É um trabalho filosófico e maduro. Nele, Paulo Tarso não sintetiza, expande o mais virtual gesto operário para uma situação universal, tangendo a sofreguidão e a angústia de quem faz algo útil, de quem trabalha num afinado canto proletário, cavando a profundeza dos dias. Por ser social, logo abrangente, a poesia deste nordestino que às vezes reclama de solidão se descreve atônita ao sentir um novo mundo ou "apenas um rosto". Dono de uma sensibilidade admirável o poeta diz que "Em todos os amanheceres menores somos". E, por ter a certeza que de que "não entregará sua vida para um abismo qualquer, poderá deslanchar futuramente como um escritor de grande valor, pois não procura desesperadamente caminhos, mas ensina por veredas diversas que há um destino a ser encontrado". (Fernando Canto)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Poemas de Aço”, de Paulo Tarso Barros, publicado pela editora Governo do Território Federal do Amapá, em 1986 e com 65 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Governo do Território Federal do Amapá
Páginas: 65
Ano: 1986
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
