
Título: Polar City Blues
Autor: Katharine Kerr
Sinopse: Polar City: capital of Hagar, one of the handful of worlds on which the tiny, human-dominated Republic sits, uneasily squeezed between the powerful Interstellar Confederation and the enormous Coreward Alliance. When an alien from the Confederation Embassy is found murdered, probably while engaged in espionage, a potentially explosive political situation faces Police Chief Bates. And when the psionically-talented Mulligan is brought to the scene to see if he can pick up any psychic echoes of the event, what he experiences sends him into amnesiac shock. More murders soon follow, and a major crisis threatens; meanwhile, outside Polar City, in the shanty town known as the Rat Yard, a small-time criminal stumbles on the remains of a newly-dead, hitherto unknown species of alien. Katharine Kerr's first science fiction novel is an immensely colourful and exciting entertainment, combining elements of cyberpunk and the noir thriller with a wealth of far-future otherworldly invention. Already established as one of the top modern fantasy writers, Kerr shows in Polar City Blues that she can write science fiction of equal originality, skill and accomplishment.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Polar City Blues”, de Katharine Kerr, publicado pela editora Grafton, em 1991 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Grafton
Páginas: 320
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 0246135565
ISBN13: 9780246135568
Sobre a editora
Os livros da editora Grafton convidam o leitor a explorar universos que transitam entre o fantástico e o futurista, com narrativas que mesclam suspense político, fantasia épica e ficção científica. O catálogo apresenta histórias densas, onde conflitos de poder se desenrolam em cenários que vão de cidades futuristas a reinos medievais, sempre com personagens envolvidos em dilemas morais e aventuras que desafiam o tempo e a realidade. Há obras com ritmo acelerado e tensão crescente, como thrillers de espionagem e assassinato, e outras que privilegiam a construção mitológica e o tom contemplativo, típico da fantasia celta. A diversidade das tramas sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras que exploram o imaginário de forma mais simbólica e reflexiva.
