
Título: Politically Incorrect Guide to Socialism
Autor: Kevin Williamson
Sinopse: In The Politically Incorrect Guide™ to Socialism, Kevin Williamson reveals the fatal flaw of socialism—that efficient, complex economies simply can’t be centrally planned. But even in America, that hasn’t stopped politicians and bureaucrats from planning, to various extents, the most vital sectors of our economy: public education, energy, and the most arrogant central–planning effort of them all, Obama’s healthcare plan.In this provocative book, Williamson unfolds the grim history of socialism, showing how the ideology has spawned crushing poverty, devastating famines, and horrific wars. Lumbering from one crisis to the next, leaving a trail of economic devastation and environmental catastrophe, socialism has wreaked more havoc, caused more deaths, and impoverished more people than any other ideology in history—especially when you include the victims of fascism, which Williamson notes is simply a variant of socialism.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Politically Incorrect Guide to Socialism”, de Kevin Williamson, publicado pela editora Not Avail, em 2014 e com 313 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Not Avail
Páginas: 313
Ano: 2014
Edição: 4
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9781596981744
ISBN13: 9781596981744
Sobre a editora
Os livros da editora Not Avail revelam um interesse por temas densos e variados, que transitam entre a ficção especulativa com tons de horror e fantasia e obras de caráter técnico e acadêmico, como estudos sobre bancos de dados temporais e análises políticas. A experiência de leitura é marcada por narrativas que ora exploram conflitos históricos e sociais, ora se aprofundam em temas científicos e jurídicos, com linguagem que pode variar do ensaístico ao didático. O catálogo sugere uma preferência por textos que desafiam o leitor a refletir sobre sistemas complexos, sejam eles políticos, tecnológicos ou culturais, com ritmos que vão do expositivo ao narrativo, conforme o enfoque.
