
Título: Por Quantos Ainda Vamos Chorar?
Autor: J. M. Simmel
Sinopse: "Se eu pudesse mandar, mandaria em primeiro lugar fuzilar uns 10.000 políticos e militares, para que pudéssemos ter um pouco de paz." Esta frase da jornalista Norma Desmond, personagem principal do mais recente livro de Johannes Mario Simmel ilustra bem a posição do autor. Ex-engenheiro químico, 63 anos, Johannes Mario Simmel vive hoje na Suíça e já publicou best-sellers como TODOS SEREMOS IRMÃOS, AINDA RESTA UMA ESPERANÇA, NINGUÉM QUER UM CORAÇÃO e muitos outros. Escritos em estilo claro e fluente, para serem lidos de um só fôlego, seus romances já venderam mais de 8 milhões de exemplares em todo o mundo, com traduções em 26 idiomas. Os livros de Simmel, contudo, não deixam de fazer críticas aos sistemas políticos e ao comportamento humano. É o caso de POR QUANTOS AINDA VAMOS CHORAR?, contundente e apaixonada crítica da utilização militar da biotecnologia. Um romance, enfim, que retrata os perigos aos quais o uso ideológico da manipulação genética expõe toda a humanidade, de maneira cruel e irreversível. A partir de um assassinato múltiplo, começa uma movimentada trama que levará o leitor ao escândalo das experiências de cínicos pesquisadores de genes.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Por Quantos Ainda Vamos Chorar?”, de J. M. Simmel, publicado pela editora Nova Fronteira, em 1988 e com 487 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 487
Ano: 1988
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Nova Fronteira revela um equilíbrio entre obras literárias densas e textos acessíveis, com atenção especial à qualidade da tradução e ao cuidado editorial. O ritmo das narrativas varia bastante, desde a fluidez envolvente de romances clássicos até o humor sutil e a leveza da poesia e das crônicas. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram conflitos internos, dilemas pessoais e contextos históricos, muitas vezes com um tom reflexivo ou crítico, mas que também pode se abrir para o lúdico e o fantástico. A diversidade de formatos inclui desde ensaios e análises literárias até graphic novels e livros infantis ilustrados, o que amplia o alcance para diferentes públicos e estilos de leitura.
