
Título: Por Que A Psicanálise?
Autor: Elisabeth Roudinesco
Sinopse: Presente em várias listas de best-sellers da França, esse ensaio faz um balanço magistral dos cem anos da psicanálise e uma projeção de seu futuro no novo milênio. Na contracorrente do fascínio pela neurociência, fustiga uma sociedade em que o homem é levado a tratar suas neuroses a golpes de receitas médicas, atacando tanto as correntes cientificistas quanto as obscurantistas e charlatanescas. "Elisabeth Roudinesco não tem papas na língua. Nesse pequeno e certeiro ensaio o ataque é direto, na melhor tradição do intelectual combativo, figura em desaparição na era de consensos. Definitivamente empenhada em estimular o conflito que a sociedade depressiva quer abolir, Elisabeth Roudinesco não deixa barato: a querela entre cientificismo e psicanálise é uma das muitas facetas da eterna luta da civilização contra barbárie." Paulo Roberto Pires, O Globo
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Por Que A Psicanálise?”, de Elisabeth Roudinesco, publicado pela editora Zahar, em 1999 e com 164 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Zahar
Páginas: 164
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571105405
ISBN13: 9788571105409
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,205
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
