
Título: Por que Estudar a Mídia?
Autor: Roger Silverstone
Sinopse: A centralidade da mídia, de toda mídia, para a experiência humana – da conduta na vida cotidiana ao exercício do poder e à criação de cultura – é inescapável. Vivemos num mundo intensivamente midiatizado. E apesar disso os estudos acadêmicos sobre mídia raramente se tornam acessíveis e relevantes para os muitos que estão fora da limitada esfera dos muros universitários. Eles são não poucas vezes considerados incapazes de nos dizer algo de substantivo sobre o mundo em que vivemos. Escrito em tom de manifesto, “Por que estudar a mídia?”, de Roger Silverstone, traduzido por Milton Camargo Mota, busca definir uma nova agenda intelectual e a importância da mídia para nossa cultura, para nossa sociedade, e a conseqüente necessidade de levar a mídia a sério, como objeto de rigorosa investigação. Simultaneamente humano e humanizador, “Por que estudar a mídia?” tem tudo para ser muito bem aceito por todos os que buscam pensar mais comprometidamente nosso mundo midiatizado.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Por que Estudar a Mídia?”, de Roger Silverstone, publicado pela editora Edições Loyola, em 2002 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 304
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515024640
ISBN13: 9788515024643
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,249
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
