
Título: Por que Riem os Eres e Gargalham os Exus?
Autor: Júnior Barbosa
Sinopse: Há diversos livros sobre Espiritualidade e bom humor em diversos segmentos religiosos ou espiritualistas. Este livro é uma pequena contribuição para o riso consciente, saboroso, e não para o bullying ou para se apontar o dedo. O objetivo é rir com, e não rir de. Em tempo, além de motivados pela alegria, os Erês riem também para descarregar os médiuns, tranquilizar e suavizar os que falam com ele, harmonizar o ambiente etc. Já os Exus e as Pombogiras gargalham não apenas por alegria. Suas gostosas gargalhadas são também potentes mantras desagregadores de energias deletérias, emitidos com o intuito de equilibrar especialmente pessoas e ambientes. Se rir é o melhor remédio, que este livro colabore para a cura das pequenas e grandes dores de cada leitor.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Por que Riem os Eres e Gargalham os Exus?”, de Júnior Barbosa, publicado pela editora ANÚBIS, em 2015 e com 193 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: ANÚBIS
Páginas: 193
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8567855292
ISBN13: 9788567855295
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora ANUBIS convidam o leitor a explorar temas ligados a práticas espirituais brasileiras, com foco especial em Umbanda, orixás, e elementos do sincretismo religioso. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem acessível, que busca desmistificar ritos, crenças e símbolos, apresentando desde preces e simpatias até explicações sobre vocabulário litúrgico e aspectos culturais. O tom varia entre o didático e o reflexivo, com obras que ora aprofundam conceitos, ora propõem exercícios práticos para o autoconhecimento e a vivência espiritual. O catálogo indica uma preferência por narrativas que dialogam com o cotidiano do leitor interessado em espiritualidade, sem se prender a uma única abordagem, pois há textos que exploram desde o histórico até o poético e o ritualístico.
