
Título: Porões Duendes: Sonetos
Autor: Márcia Sanchez Luz
Sinopse: Devemos ler “Porões Duendes” porque a autora, Márcia Sanchez Luz, é visceralmente poeta. E como todo poeta, tem o amor como parte integrante de sua alma. Sua inteligência poética está muito acima da média. Sua presença literária ultrapassa fronteiras. Basta ler nas orelhas deste livro suas credenciais extremamente importantes. Ninguém conquista os inúmeros títulos que Márcia amealhou sem um trabalho sério, competente, técnico, paradoxalmente permeado, em sua essência, ao profundo amor que ela generosamente transborda em tudo que faz. Depois do sucesso do livro “No Verde dos Teus Olhos”, Ed.Protexto, 2007, resolveu alçar vôos mais ousados. Inspirada nos grandes poetas parnasianos, enveredou pela difícil arte da construção de sonetos e o resultado está nas páginas deste “Porões Duendes”, fruto de estudo, dedicação, esforço e principalmente do imenso talento literário, orgulho de todos que têm o privilégio de conhecer sua obra. Airo Zamoner - Editor
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Porões Duendes: Sonetos”, de Márcia Sanchez Luz, publicado pela editora Protexto, em 2008 e com 58 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Protexto
Páginas: 58
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8578280571
ISBN13: 9788578280574
Sobre a editora
Os livros da editora Protexto convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o cotidiano sensível de pequenas localidades rurais e reflexões profundas sobre a existência humana. O catálogo revela uma predileção por textos que mesclam realidade e imaginação, com histórias que abordam desafios pessoais, conflitos sociais e trajetórias marcadas por segredos e superações. A poesia tem presença marcante, com obras que exploram a técnica e a sensibilidade em versos que evocam emoções e questionamentos. Além disso, há espaço para narrativas que exploram o passado histórico e cultural, sempre com um tom que privilegia a introspecção e a construção cuidadosa do ritmo e da linguagem.
