
Título: Portas Abertas à Loucura
Autor: Eva Teresinha Silveira Faleiros
Sinopse: Portas abertas à loucura é um livro-ferramenta fundamental para todas as pessoas que estão envolvidas nessa luta (antimanicomial) e que desejam, efetivamente, serem protagonistas da reforma psiquiátrica brasileira. E agora, mais do que nunca, será necessário para questionarmos os caminhos, para não nos acomodarmos com as soluções e respostas rápidas. Dizíamos, lá atrás, inspirados em Antonio Machado: “Caminhante, não há caminho. O caminho se faz ao caminhar”. Este livro leva-nos a pensar no “inverso, do inverso, do inverso” da desinstitucionalização. Os organizadores e autores estão de parabéns pelo brilhante trabalho. E os leitores, que façam um bom proveito!
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Portas Abertas à Loucura”, de Eva Teresinha Silveira Faleiros, publicado pela editora Appris Editora, em 2017 e com 291 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Appris Editora
Páginas: 291
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8547305297
ISBN13: 9788547305291
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
