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Pós-história: Vinte instantâneos e um modo de usar

Título: Pós-história: Vinte instantâneos e um modo de usar

Autor: Vilém Flusser

Sinopse: A pós-história está raiando. Está raiando em duas formas: na da estupidez dos aparelhos programadores, e na forma da estupidez dos bárbaros destruidores de aparelhos. Mas, em meio de tal maré de alienação desenfreada, continuamos abertos para a realidade concreta, a qual vivenciamos, atualmente, sob forma da solidão para a morte. Não apenas sob forma da nossa própria solidão para a morte do outro. A despeito da maré que nos cerca, e que vai engolindo-nos, estamos abertos para tal reconhecimento de nós próprios no outro. Não mais, por certo, na sociedade, mas na solidão do ensimesmamento. Somos, em tal sentido duplamente negativos, abertos para o amor que omnia vincit. Por certo: somos programados para sermos homines ludentes. Mas isto não implica necessariamente sermos programados apenas para sermos funcionários robotizados, objetos. Podemos, igualmente, ser jogadores que jogam em função do outro. Destarte podemos, de robôs, passar a ser novamente "imagens de Deus", pela porta de serviço. Romper a simbolização alienada e retornar à experiência concreta da própria morte no outro. Retornar, em suma, para sermos homens.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pós-história: Vinte instantâneos e um modo de usar”, de Vilém Flusser, publicado pela editora Annablume, em 2011 e com 191 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Annablume

Páginas: 191

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8539102978

ISBN13: 9788539102976

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de VILEM FLUSSER é uma experiência que desafia o leitor a navegar entre o rigor filosófico e a imaginação criativa, com textos que oscilam entre o denso e o acessível. A prosa pode ser ao mesmo tempo analítica e poética, convidando a uma reflexão profunda sobre temas como tecnologia, linguagem, comunicação e cultura visual. O ritmo varia conforme o assunto, ora contemplativo, ora incisivo, mas sempre marcado por uma tensão intelectual que provoca inquietação e questionamento. Flusser não se limita a apresentar ideias; ele provoca o leitor a duvidar, a repensar conceitos estabelecidos e a enxergar o mundo sob perspectivas inusitadas. Essa experiência é permeada por uma atenção cuidadosa à linguagem e à forma, onde o estilo se molda ao conteúdo, criando um diálogo dinâmico que estimula tanto o pensamento quanto a sensibilidade.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Annablume oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com abordagens interdisciplinares, explorando temas como sociologia, filosofia, história cultural e arte. O catálogo privilegia textos densos e reflexivos, muitos deles frutos de pesquisas acadêmicas aprofundadas, que dialogam com áreas como educação, música, urbanismo e comunicação. A linguagem tende a ser analítica e cuidadosa, com obras que investigam desde movimentos sociais e produções artísticas até questões filosóficas e históricas, sempre com atenção ao contexto e às múltiplas camadas de significado.

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