
Título: Pós-História: Vinte Instantâneos e um Modo de Usar
Autor: Flusser Vilém
Sinopse: Jamais tamanha quantidade de inteligência, disciplina, imaginação e recursos foi mobilizada para a invenção de objetos tolos. Jamais a economia foi planejada e dirigida com maior estupidez que atualmente. Jamais as decisões políticas e sociais estiveram em mãos de pessoas tão estúpidas como estão atualmente. A tradição histórica ensina que devemos recear as más intenções da elite dominante, e assume, tacitamente, que a elite persegue seus propósitos maliciosos inteligentemente. De modo que a tradição vê na ação evolucionária a luta entre entre o Bem e o Mal, ambos inteligentes. Pois isto é atualmente modelo inaplicável. Os aparelhos e seus funcionários não são maldosos, são idiotas. E os que os contestam não são mais inteligentes. A luta que se impõe atualmente é contra a estupidez, quer venha da “direita” quer da “esquerda”. É ela o perigo mortal que nos ameaça.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Pós-História: Vinte Instantâneos e um Modo de Usar”, de Flusser Vilém, publicado pela editora É Realizações Editora, em 2018 e com 240 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: É Realizações Editora
Páginas: 240
Ano: 2018
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8580333776
ISBN13: 9788580333770
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora É Realizações Editora oferecem uma experiência de leitura que privilegia a reflexão profunda sobre temas contemporâneos e históricos, com forte presença de ensaios, textos filosóficos e narrativas que exploram a condição humana e as tensões sociais. O catálogo revela uma atenção cuidadosa à forma e à linguagem, valorizando a construção narrativa que sustenta a densidade das ideias, como em contos longos que funcionam quase como capítulos de um romance. Há uma predominância de obras que discutem questões políticas, culturais e filosóficas, muitas vezes com tom crítico e analítico, abordando desde conflitos históricos até debates atuais sobre identidade, liberdade e moralidade. A leitura desses livros costuma exigir um ritmo atento, pois o tom varia entre o didático, o ensaístico e o literário, com nuances de ironia, nostalgia e tensão intelectual.
