
Título: Posse de Direitos Pessoais
Autor: Ruy Barbosa
Sinopse: "Muito embora a tese desposada pelo autor não seja um tema de interesse prático, sua colocação no contexto das teorias da posse é plausível e deve ser estudada.[...] Mesmo tendo sido repelida pelos então jurisconsultos da época, inclusive pelo Código Civil logo promulgado, a leitura da tese de Ruy Barbosa vale, diante de sua força argumentativa. E, para os interessados na história da tradição de nosso Direito, é um calabouço de conhecimento." - Valéria Maria de Sant´anna - Posse dos Direitos Pessoais é uma reunião de artigos nos quais Ruy Barbosa contesta o uso exclusivo dos interditos e das ações possessórias dos direitos materiais, referentes ao domínio e seus desmembramentos, herança do Direito Romano e defendidos por Rudolf von Ihering em sua teoria da posse. Demonstrando que, por influência do Direito Canônico, a posse é um exercício de um direito, seja qual for sua natureza, e que por isso mesmo contempla tmabém os direitos pessoais.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “Posse de Direitos Pessoais”, de Ruy Barbosa, publicado pela editora Edipro, em 2008 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: Edipro
Páginas: 80
Ano: 2008
Edição: Direito
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857283608X
ISBN13: 9788572836081
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,092
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora Edipro revela um foco claro em obras densas e técnicas, voltadas principalmente para o campo do Direito e das ciências sociais aplicadas. O catálogo privilegia textos que combinam rigor acadêmico com atualizações legislativas, como manuais sobre legislação, compilações de normas jurídicas e análises aprofundadas de temas como direito penal, direito civil e filosofia do direito. A linguagem tende a ser formal e precisa, adequada a profissionais, estudantes e operadores do Direito, com obras que frequentemente apresentam notas explicativas, índices remissivos e atualizações legislativas recentes. Além disso, há espaço para clássicos da filosofia e da política, que dialogam com temas jurídicos e sociais, conferindo um tom reflexivo e histórico ao conjunto editorial.
