
Título: Pouco Amor Não É Amor
Autor: Nelson Rodrigues
Sinopse: Não há meio-termo para os amantes - ou o amor é eterno ou não é amor - a filosofia e a ficção de Nelson Rodrigues não dão margem a dúvidas. Quem ama quer morrer nos braços do ser amado. A partir de abril de 1953, durante 44 semanas, Nelson escreveu os textos de 'Pouco Amor não é Amor', que foram publicados em um jornal. Espécie de 'A vida como ela é...' ampliada, as histórias reunidas neste livro tratam dos temas mais caros ao escritor - o amor e a morte, a traição e o ciúme, a vida em família e a loucura. Esta incursão pelas relações amorosas do Rio dos anos 50 forma um todo coerente, que retoma a experiência do repórter policial que Nelson havia sido. Os textos também aprofundam um traço de sua obra que já se transformara na marca do estilo e da visão de mundo do autor - a percepção ao mesmo tempo trágica e patética da alma humana.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Pouco Amor Não É Amor”, de Nelson Rodrigues, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2002 e com 216 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 216
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8535903011
ISBN13: 9788535903010
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
