
Título: Pra Que Varanda Se A Vista É Feia?
Autor: Sandra Acosta
Sinopse: As reflexões de uma mulher na faixa dos trinta anos a respeito das surpresas e desafios da vida cotidiana: essa é a premissa do livro de crônicas “Pra que varanda se a vista é feia?”, escrito por Sandra Acosta. As crônicas deste livro foram escritas ao longo dos últimos anos a partir de certos movimentos pessoais da autora, como a mudança de Curitiba para São Paulo, a reconexão com a ancestralidade, suas viagens, a transição de carreira, a temporada na França e a volta ao Brasil por conta da pandemia da COVID-19. Sua escrita vem de uma tentativa de olhar o cotidiano de forma mais atenta e extrair seu lado mais poético. As vivências, apesar de particulares, falam de amor, coragem, medo, frustração, recomeço, vergonha, alegria; sentimentos esses extremamente humanos e que nos unem como iguais.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Pra Que Varanda Se A Vista É Feia?”, de Sandra Acosta, publicado pela editora Editora Letramento, em 2021 e com 106 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Letramento
Páginas: 106
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6559320499
ISBN13: 9786559320493
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,148
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 5,89
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Letramento trazem narrativas que transitam entre o pessoal e o político, explorando temas como justiça social, identidade e memória com um tom sensível e reflexivo. A leitura costuma alternar entre relatos íntimos e análises críticas, muitas vezes abordando questões de gênero, raça e classe dentro de contextos brasileiros contemporâneos. O ritmo varia do lírico ao didático, com obras que dialogam tanto com leitores interessados em poesia e crônica quanto com aqueles que buscam ensaios e estudos sociais. O catálogo sugere uma atenção especial a vozes marginalizadas e a experiências que desafiam estruturas tradicionais, sem abrir mão de uma linguagem acessível e envolvente.
