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Prazeres Dissidentes

Título: Prazeres Dissidentes

Autor: María Elvira Díaz-Benítez; Carlos Eduardo Fígari (orgs.)

Sinopse: Encontros interditos, narrativas obscenas, sociabilidades fluidas, jogos sexuais proibidos e desejos periféricos se reúnem nesta coletânea que aborda, do ponto de vista antropológico, temáticas como pornografia, escatologia, prostituição, travestis e sociabilidades homoeróticas. Aqui nos deparamos com novas configurações, que têm, como cenário de produção culutural, diversas frações da indústria cultural do sexo, websites, lugares de sociabilidade e narrativas literárias. Além disso, encontramos um rol de novas “categorias” sexuais, algumas bastante surpreendentes, tais como: barebackers: os que se recusam a usar camisinha; sexy smokers: os que só gostam de transar fumando; abuso facial; t-lover: homens que gostam de travestis e transsexuais; comentários boylovers: pedófilos light, que não molestam as crianças, só as admiram de longe. Reunindo artigos de pesquisadores do Brasil, da Argentina e da Bolívia, esta coletânea é consolidada a partir de textos apresentados na Reunião Antropológica do Mercosul em 2007. A presença de temáticas diversas acerca de sociabilidades, gêneros e práticas sexuais transgressoras expressa a efervescência de um campo rico em análise na América Latina e a emergência de olhares críticos em relação à teoria e à prática etnográfica por parte de novos antropólogos. O livro explora como é possível produzir conhecimento das práticas sexuais/eróticas que desafiam os efeitos políticos da repugnância. Aborda ainda as maneiras como se constroem subjetividades e identidades coletivas a partir de práticas sexuais alternativas, identificando suas condições de produção, suas transformações e os discursos que os agentes utilizam para legitimá-las. fonte: http://www.garamond.com.br

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Prazeres Dissidentes”, de María Elvira Díaz-Benítez; Carlos Eduardo Fígari (orgs.), publicado pela editora Garamond, em 2010 e com 600 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Garamond

Páginas: 600

Ano: 2010

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13: 9788576171669

    Sobre a editora

    Os livros da editora GARAMOND apresentam um conjunto de obras que exploram com profundidade temas sociais, históricos e culturais, frequentemente a partir de perspectivas críticas e reflexivas. A experiência de leitura costuma ser marcada por narrativas densas, que abordam conflitos humanos complexos, como preconceitos, opressões e transformações sociais, além de análises detalhadas em áreas como história, política, meio ambiente e educação. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com textos que vão do relato pessoal e biográfico a investigações coletivas e acadêmicas, sempre com uma linguagem que privilegia a clareza e o rigor. O catálogo da GARAMOND sugere um interesse por obras que dialogam com questões contemporâneas e históricas, muitas vezes com um recorte interdisciplinar e um olhar atento para as dinâmicas sociais brasileiras e latino-americanas.

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