
Título: Preco de Todas As Coisas
Autor: Eduardo Porter
Sinopse: ‘Pagar caro'''', ‘vender a alma'''', ‘vender o corpo'''', ‘todo homem tem seu preço''''. Não faltam metáforas para definir a relação do homem com o dinheiro, mas poucos percebem que muitos dos preços que se paga parecem fazer pouco sentido. O Preço de Todas as Coisas começa com uma premissa simples: por trás de cada escolha, há um preço, quer estejamos decidindo ter um bebê, dirigir um carro ou comprar um livro. O preço da vida humana, por exemplo, é calculado por governos de vários países para orientar políticas públicas. De acordo com um cálculo feito pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, a vida humana em um país rico vale dez vezes mais do que em um país pobre. O princípio do grátis não existe, você simplesmente não tem consciência de que está pagando. "Se pensarmos em quanto vale a vida, pensaremos na nossa vida, ou na vida dos nossos filhos, e essas não têm preço. Daríamos tudo o que temos para salvar a vida de um filho, por exemplo. A questão é que as técnicas usadas para calcular o preço da vida levam a enormes disparidades e essas disparidades nos causam um conflito moral muito forte", observa Porter. Para esclarecer essas questões, Eduardo Porter nos leva para uma aventura econômica global, traçando ligações inesperadas entre uma variada gama de disciplinas e culturas. O resultado é uma narrativa perspicaz sobre como o mundo realmente funciona. A primeira grande onda de globalização econômica no século XIX com os progressos tecnológicos e a pandemia de obesidade com o fim da escassez de alimentos e o surgimento de calorias baratas e abundantes são algumas dinâmicas da história humana que podem ser explicadas por nossa relação com o preço. A abordagem de Porter também tenta esclarecer, por exemplo, por que as sociedades poligâmicas colocam nas mulheres um valor muito mais alto do que as monogâmicas; ou por que algumas agências governamentais acreditam que um ano de vida de um cidadão idoso é quatro vezes mais valiosa do que a de uma pessoa mais jovem. Com uma linguagem acessível, Eduardo Porter faz uma reflexão sensata sobre o valor que atribuímos às coisas e revela o que os preços estão realmente nos dizendo. Muitas vezes, observa o autor, não é racional a maneira como nos relacionamos com o preço das coisas. Por que pago X pela calça jeans de uma determinada marca se há dezenas de outras similares pela metade do preço? Não raro, acabo comprando a mais cara não necessariamente porque tenho certeza que ela é melhor ou mais bonita, mas porque o seu preço me leva a crer que é.
Contexto da obra
Na área de Administração, livros como este costumam se ligar a gestão, estratégia e aplicação prática. “Preco de Todas As Coisas”, de Eduardo Porter, publicado pela editora Objetiva, em 2011 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Administração. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre leituras mais conceituais e leituras mais voltadas à ação.
Editora: Objetiva
Páginas: 288
Ano: 2011
Edição: Administracao
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8539002469
ISBN13: 9788539002467
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,502
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Objetiva proporcionam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e reflexivas, com forte presença de temas históricos, psicológicos e culturais. O catálogo revela uma preferência por textos que exploram conflitos humanos profundos, como paixões intensas, dilemas morais e a complexidade das relações pessoais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A linguagem costuma ser acessível, mas com rigor intelectual, equilibrando obras de caráter mais narrativo e outras com tom mais ensaístico ou biográfico. Há também espaço para a literatura de ficção com suspense e fantasia, que se contrapõe a títulos de não-ficção que abordam política, ciência e comportamento. Essa diversidade sugere um público leitor interessado em ampliar horizontes por meio de leituras que estimulam a reflexão e o conhecimento.
