
Título: Presos no Paraíso
Autor: Carlos Marcelo
Sinopse: ''''O mar de fora e o mar de dentro'''' é a expressão usada em Fernando de Noronha para diferenciar as águas que separam o arquipélago do continente e as que se abrem para o Atlântico. Além disso, resume o embate que dá força ao ótimo Presos no paraíso, romance de estreia de Carlos Marcelo. O passado e o presente se enfrentam a todo instante no conjunto de ilhas, que também é um microcosmo do Brasil: a beleza natural e o frenesi dos turistas convivem com as mazelas sociais e políticas do país. Tobias, historiador que vive entre a expectativa do futuro e as angústias do passado, narra em primeira pessoa sua incursão no arquipélago para elaborar roteiros turísticos. Ele integra a bem montada galeria de personagens na qual se destaca o delegado Nelsão, responsável pela investigação de duas mortes misteriosas, com seus cacoetes investigativos e sua compulsão gastronômica. A riqueza das subtramas e dos personagens secundários, contudo, exigia ponto de vista menos limitado. Assim, o grande lance literário do romance é deslizar, em certos momentos e sem solavancos, para a narração em terceira pessoa. Presos no paraíso é um mergulho inesquecível para os amantes da boa literatura policial. Mas atenção: os tubarões de Noronha estão à solta!
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Presos no Paraíso”, de Carlos Marcelo, publicado pela editora Tusquets, em 2017 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Tusquets
Páginas: 288
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8542209877
ISBN13: 9788542209877
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,360
- Altura (cm): 22,20
- Largura (cm): 14,60
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Tusquets convidam o leitor a navegar por narrativas que equilibram humor e crítica social, como em distopias tecnológicas, e também a mergulhar em textos densos e meticulosos, como peças dramáticas com forte carga cultural regional. O catálogo revela uma preferência por obras que exploram conflitos internos e sociais, seja por meio de personagens complexos ou ambientes carregados de tensão e atmosfera. A linguagem costuma ser cuidadosa, ora lírica, ora direta, com ritmo que varia entre o envolvimento emocional e a reflexão crítica. Em muitos títulos, há um interesse em temas como memória, identidade, relações de poder e a complexidade das interações humanas, sempre com um olhar atento às contradições da condição humana.
