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Primeiro andar primeiro

Título: Primeiro andar primeiro

Autor: Tom Custodio

Sinopse: Escrito durante a pandemia, em uma temporada fora do Brasil quase integralmente sob lockdown. Partindo das vivências restritas e confinadas, em um movimento dialético entre criação e reflexão, o livro é um caleidoscópio. O assunto varia: considerações de fundo budista sobre experiências cotidianas, crítica social, exercícios de imaginação sobre banalidades, criações poéticas em resposta a obras de arte visual, lamentos, meditações, reflexões sobre a criação artística. A forma também varia, há poemas em prosa e poemas metrificados e rimados, há sonetos, poemas em verso livre, haikais, canções, etc. O nome do livro comunica mais explicitamente dois sentidos que atravessam a obra. O primeiro andar de um prédio, o mais próximo do chão que se pode morar sem estar propriamente no chão, como uma concepção possível do fazer poético. Baseado na experiência vivida, mas com um leve afastamento que permite não ser tragado e conseguir ter dela uma visão de conjunto e uma estimação. Não só a vivência biográfica de quem padece, mas a apreciação estética de quem contempla. O segundo sentido é o da primeira caminhada, inauguração do movimento que, embora obstado por confinamento, cansaço ou medo, ocorre invariavelmente: se não por aí afora, por aqui adentro.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Primeiro andar primeiro”, de Tom Custodio, publicado pela editora Patuá, em 2024 e com 76 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Patuá

Páginas: 76

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6558649586

ISBN13: 9786558649588

    Sobre a editora

    Os livros da editora Patuá convidam o leitor a navegar por universos literários que exploram a intensidade das emoções e a complexidade das relações humanas, muitas vezes atravessadas por temas como memória, identidade e transformação. A leitura costuma oscilar entre o lírico e o inquietante, com narrativas que transitam entre o realismo poético e o fantástico, sem abrir mão de um tom reflexivo e, por vezes, melancólico. A prosa e a poesia se entrelaçam em textos que desafiam a linearidade, valorizando a fragmentação e a experimentação formal. O catálogo revela obras que dialogam com questões sociais atuais, como sexualidade, violência e silêncio, sempre com uma escrita que privilegia a densidade afetiva e o ritmo cadenciado.

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