
Título: Prisão Perpétua
Autor: Ricardo Piglia
Sinopse: “Narrar é como jogar pôquer”, disse o pai de Steve, “todo segredo consiste em fingir que se mente quando se está dizendo a verdade”. Assim reflete um dos personagens de Prisão perpétua, novela que abre este volume. Piglia avança no caminho aberto por seu romance Respiração artificial: as incertezas do relato confundem-se com a história de um crime. Uma mulher na prisão é o centro de um caleidoscópio em que giram e se entrelaçam microscópicos mundos narrativos. Este volume inclui, ainda, seis contos escritos em momentos diferentes que trabalham com variantes do gênero policial, relato histórico, ficção teórica e do relato sentimental; definem o marco no qual se concentram as histórias deste escritor cujo romance Respiração artificial foi escolhido por cinquenta escritores como um dos dez melhores da literatura argentina.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Prisão Perpétua”, de Ricardo Piglia, publicado pela editora Iluminuras, em 2002 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Iluminuras
Páginas: 128
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8585219165
ISBN13: 9788585219161
Sobre a editora
Os livros da editora Iluminuras convidam o leitor a uma experiência de leitura que mescla rigor intelectual e sensibilidade estética. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram a densidade da linguagem, seja por meio de poesia, ensaios filosóficos ou narrativas literárias que problematizam dilemas éticos e existenciais. A diversidade temática é marcada por textos que transitam entre a reflexão crítica e a expressão artística, com destaque para abordagens que valorizam a complexidade do olhar sobre a arte, a literatura e a condição humana. Em muitos títulos, percebe-se um tom contemplativo, ora introspectivo, ora incisivo, que desafia o leitor a pensar além da superfície dos temas tratados. A editora parece privilegiar obras que dialogam com tradições literárias e filosóficas, mas que também apresentam rupturas e experimentações formais, como o uso do fragmento, do monólogo ou da linguagem poética com forte carga imagética.
